By: Debora Pedroso

DEBYONLINE.COM – MEU MAIS NOVO PROJETO

Publicado por: debpedroso em: Novembro 26, 2009

 

Criei uma WEBTV! entrem www.debyonline.com e entenda o que eh uma web tv.

Vou resumir: um espaco para fazer comerciais, poderei falar ao vivo atraves da minha webcam com todos que estiverem no meu site e tambem tem um chat para teclar com quem estiver navegando por la. Tem um MENU recheado de informacoes interessantes! CULINARIA, MODA,BELEZA, AMOR E SEXO, DEFICIENCIAS, CLASSIFICADOS, TURISMO! muita coisa! passa la!

ELIS REGINA – COMO NOSSOS PAIS

Publicado por: debpedroso em: Novembro 26, 2009

Totalmente sem palavras…a interpretacao de Elis Regina para suas musicas era inigualavel! esta em especial me arrepia e meus olhos enchem de lagrimas e tudo! fico com aquele no na garganta! adoooro!!

RELIQUIA BREGA – TINA CHARLES!

Publicado por: debpedroso em: Novembro 15, 2009

Puxa, essa me emociona muiiito!! lembra minha mae que amava Tina Charles! tudo bem que Tina era toda descordenada para dancar kakakakakak, mas a musica eh otima e ela tinha uma voz maravilhosa!!!!

DANCE LITTLE LADY, DANCE!!

Essa era outra musica que eu tambem adorava! okkkk!!! assumindo…..eu tenho o CD!! kakakakakakak

BIKINIS WATERMELON

Publicado por: debpedroso em: Novembro 12, 2009

cod63Lindos bikinis brasileiros vendidos aqui nos Estados Unidos por minha amiga Gilvanda Morais. Abaixo algumas fotos e se voce quiser ver mais, entre www.watermelonbikinis.com

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BRAZILIAN BIKINIS, SWIMWEAR, SWIMSUIT, TONG, TANKINI, BIKINIS MADE IN BRAZIL

Cresce o número de crimes raciais contra latinos

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

Lamentavel…..li a materia abaixo no Acheiusa e cada vez mais perco a esperanca na humanidade….

Estudo e casos recentes mostram que problema atingiu “índices inaceitáveis”

Um mexicano indocumentado do Brooklyn, em New York, vai passar pelo menos mais três semanas internado em um hospital em virtude dos ferimentos diversos sofridos durante um ataque no início deste mês. O imigrante foi espancado por um grupo de jovens pelo simples fato de ser um estrangeiro vivendo na América, em busca do sonho de proporcionar uma vida melhor para a sua família. O caso chegou ao conhecimento de ativistas, mas não houve ocorrência na polícia: o mexicano está com medo de denunciar o crime em função de seu status imigratório irregular.

Casos como este, infelizmente, não são exceção ou casos isolados – aliás, nunca foram neste país, que desde 2003 têm registrado a cada ano um número maior de crimes com fundo racial e as vítimas preferenciais têm sido os latinos, inclusive brasileiros. Quem não lembra do que aconteceu com um goiano de Newark (New Jersey), que foi espancado por negros americanos em setembro do ano passado? Menos sorte teve o mineiro de Alpercata (Minas Gerais) Júlio César de Oliveira, que não resistiu ao ataque de uma gangue da cidade de Kenner (Lousiana), em novembro do ano passado.

Assustados com a grande incidência destes fatos na América, os ativistas do Southern Poverty Law Center’s (SPLC) prepararam um relatório para alertar as autoridades do condado de Suffolk, no estado de New York, sobre os crimes raciais. “O abuso atinge 99% dos imigrantes, que admitiram já ter sofrido algum tipo de discriminação”, afirma Sarah Reynolds, uma das pesquisadoras do estudo. Ela disse que, apesar das entrevistas terem sido conduzidas com um determinado grupo de imigrantes, numa região específica, o problema é nacional e atinge todas as comunidades de imigrantes, especialmente os latinos. “Suffolk é uma microcosmo da América e o problema atingiu índices inaceitáveis”, disse.  

Os abusos variam desde humilhações até agressões físicas que podem acabar em tragédia. Um dos últimos casos foi com o equatoriano Marcelo Lucero, esfaqueado até a morte por sete adolescentes americanos, que podem ser condenados a prisão perpétua. Pelos dados do FBI, a polícia federal dos EUA, os crimes raciais cresceram 40% entre 2003 e 2007. “A mudança demográfica do país, onde a minoria latina em breve será a maioria, incomoda muita gente e provoca a ira e violência”, revelam os especialistas.

Ataques repetidos

No estudo, um dos depoimentos foi de outro mexicano, identificado como Carlos, que está há nove anos na América. Ele contou que é vítima de repetidos ataques, só por ser estrangeiro. “Já me cuspiram, insultaram, quebraram meus dentes e me bateram com taco de beisebol. Certa vez fiquei internado duas semanas no hospital. Tenho medo de sair de casa, mas preciso trabalhar para sustentar a família”, afirmou Carlos aos autores do estudo, que recebeu o nome de ‘Clima de medo’.

Mas a pesquisa não tratou apenas de denunciar estes abusos. Um dos objetivos do trabalho foi apresentar soluções de curto prazo para evitar os crimes raciais na comunidade. Para tanto, os ativistas prepararam um programa de cinco pontos básicos para acabar com este tipo de ocorrência no país (ver box). “Quando o governo federal vai agir? Quantas mortes sem sentido serão necessárias para que as autoridades abram os olhos?”, indaga o professor universitário Kevin Johnson, da Universidade da Califórnia, lembrando que pessoas da mídia fomentam a segregação. Para ele, o panorama só vai melhorar com a aprovação de uma reforma imigratória.

Como evitar

Ativistas do Southern Poverty Law Center’s (SPLC) divulgaram um plano de cinco pontos básicos que podem ser adotados imediatamente para reduzir ou até acabar com os crimes raciais.

- Pedir a políticos e personalidades formadoras de opinião que acabem com os comentários preconceituosos contra os indocumentados.

- Aprovar uma lei proibindo que as vítimas ou testemunhas de crimes raciais revelem seu status imigratório

- Fazer com que a polícia seja treinada especificamente para casos envolvendo crimes raciais, bem como fazer com que o problema seja levado a sério pelas autoridades

- Tornar públicas as estatísticas referentes aos crimes raciais nos EUA

- Incluir nos currículos escolares, desde cedo, uma disciplina que incentive a tolerância racial

Inimigos da HP!!

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

Para mostrar como sou musicalmente ecletica , tem uma banda que vi um dia desses no ALTAS HORAS(GLOBO), e achei o ritmo deles muito gostoso!! nao tenho ideia do sucesso deles no Brasil, so sei que vi agora e gostei muito!

E viva o Brasil com seus ritmos tao inovadores e contagiantes! Ate mesmo o funk que eu nao curto, tenho que concordar que alguns tem um ritmo muito legal! pena que as letras(letras?) da  maioria sao apelativas! poucos se salvam…

Estas foram as duas musicas que ouvi nesse dia:

ARTS OF BRAZIL

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

Para conhecer meu lado pintora, va ao meu site: http://www.artsofbrazil.com

Pinturas abstratas, paisagens, surreal…de tudo um pouco!

Abaixo, alguns de meus quadros:

lembrancas

triblackmomentos

purple

 

Para ver mais, va ao site: http://www.artsofbrazil.com – By: Debora Pedroso

DEBBUSINESS.COM

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

logodebbrancoCrio sua pagina na internet em 24 horas! entre www.debbusiness.com .

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Eu já vi o medo da América profunda!

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

 Eu adoro as cronicas do Arnaldo Jabour, sempre tao inteligente e ironico em seus textos faceis de ler, compreender e pensar! abaixo um dos meus preferidos!

Biografia

     Carioca nascido em 1940, o cineasta e jornalista Arnaldo Jabor já foi técnico de som, crítico de teatro, roteirista e diretor de curtas e longas metragens. Na década de 90, por força das circunstâncias ditadas pelo governo Fernando Collor de Mello, que sucateou a produção cinematográfica nacional, Jabor foi obrigado a procurar novos rumos e encontrou no jornalismo o seu ganha-pão. Estreou como colunista de O Globo no final de 1995 e mais tarde levou para a TV Globo, no Jornal Nacional e no Bom Dia Brasil, o estilo irônico com que comenta os fatos da atualidade brasileira.

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ARNALDO JABOR

  Eu já vi o medo da América profunda

 A “geração silenciosa” dos anos 50 acordou agora com Bush.

Eu já morei nos USA, antes dos anos 60, no coração da “América profunda”, em Saint Augustine, Florida. A cidade era igual aquela do “Truman Show”. As ruas, pessoas, rituais, sorrisos e lágrimas, tudo parecia programado por uma máquina social obsessiva. A vida e morte eram padronizadas, previstas: abraços gritados, roupas iguais, torcidas histéricas no baseball, finais felizes, alegrias obrigatórias, formando uma missão comunitária cheia de fé, como um carrossel de certezas girando para um futuro garantido.

Só uma coisa estava fora da ordem: os negros. Era outra América dentro da cidade. No ônibus amarelo do colégio, eu via meus colegas louros, ruivos e brutos berrando contra os negros que passavam: “Hey, “nigger”, por que teu nariz é tão chato? Hey, “nigger”, por que teu cabelo é pixaim?” Os negros passavam, de cabeça baixa, o rosto torcido de humilhação, num ódio sufocado e inútil. Amontoavam-se no fundo dos ônibus, em pé, mesmo com os carros vazios e moravam num bairro de madeira e terra, perto do braço-de-mar onde os barcos pesqueiros de camarão fediam. Aquela injustiça me espantava pela ausência total de compaixão, eu que vinha de babás negras me beijando, eu que amava as mulatas cariocas lindas que já povoavam meus desejos aos 15 anos. Eu só via gente negra moldada pelo sofrimento e exclusão, disformes, tristes, obesos deprimidos, frágeis mulheres engelhadas, pretos trêmulos e esfarrapados. Anos depois, na época da “integração racial”, vi os mesmos negros sendo espancados pela ousadia de se banhar em piscinas publicas, onde aqueles brancos do meu passado jogavam ácido para queimá-los.

Eu tinha medo era dos brancos. A violência dos alunos me assustava. Eu era um “nerd” comprido e meio bobo nos meus 15 anos de virgindade e me chocava com as botas de cowboy marchetadas de estrelas de prata, as facas de mola de onde a lâmina pulava, os casacos de couro negro que já vestiam a chamada “juventude transviada”, uma rebeldia reacionária e “republicana” dos anos de Eisenhower. Vi brigas de ferozes galalaus se arrebentando até o sangue no focinho e o desmaio, onde nem os diretores do colégio podiam interferir, por causa do sagrado direito da porrada da cultura de vaqueiros e pioneiros.

Os ídolos da época eram Elvis Presley rebolando na TV e James Dean, cadáver presente nos gestos e roupas. Pairava um clima de intolerância entre os próprios brancos; eram os fortes contra os fracos, eram as meninas bonitas contra as feias, eram as sérias contra as “galinhas”. As rivalidades eram explicitas, vingativas e duras. As “galinhas” eram comidas e desprezadas nos “drive-ins”, dentro dos carros envenenados e depois cuspidas para a humilhação coletiva.

Eu, turista tropical, era um tipo misterioso; tímido, fraco, mas, como era estrangeiro e falava bem inglês, provocava um respeito cauteloso e os machões me poupavam pela incrível habilidade que eu tinha de dar-lhes “cola” em “spelling”, soletrando longas palavras de raiz latina que, para eles, eram enigmas.

Algumas meninas saíram comigo para beijos na boca e nada mais, claro. Mas, Emily me descurtiu quando cantei “Misty” em seu ouvido, trêmulo de paixão. Brenda, mais pirada e sexy, me largou e sumiu com Warren Caputo italiano mau que tinha um “hot rod” com pneus de trator. Eu não era “legível” para eles. 

Existia no ar um perigo desconhecido. Não havia espaço para dúvidas naquela cidade, mas dava para sentir que aquela solidez de certezas, se rompida, provocaria um grave desastre. Os tipos cultivavam diferenças, mas havia uma cola invisível que unia o maluco, a galinha, o careta, o otário e o machão nos juramentos solenes à bandeira no colégio.

Eu, bem ou mal, navegava no meio daquela cultura obsessiva, bem ou mal eu conseguira namorar Melinda Mills, loura pálida filha de um ex-marine que tinha estado no Rio muitos anos antes e que me mostrou um cartão postal do Mangue, onde ele certamente conhecera a Zona e as polacas. Melinda me amava, ela também frágil e boba, com beijos molhados no cinema onde assistimos “An Affair to Remember”, os dois chorando abraçados.

Até que um dia, chegou a noticia terrível. Tinha subido aos céus o satélite russo, o “Sputnik”, girando como uma bola de basquete em órbita da Terra. Foi indescritível o pânico na cidade. Desde 49, quando a Guerra Fria começou, com a explosão da bomba H pelos soviéticos, destronando a liderança dos destruidores de Hiroshima, os americanos esperavam outra catástrofe, que viria quase como um filme de ficção cientifica como a “A Invasão dos Feijões Gigantes”. Em minutos, a cidade parecia um campo de refugiados, de perdedores, com cabeças inchadas, humilhados pelos comunistas invasores. No colégio, começaram “fire drills” incessantes, alarmes evacuando os alunos para porões e abrigos atômicos. O então senador Lyndon Jonhson berrou: “Brevemente estarão jogando bombas atômicas sobre nós, como pedras caindo do céu…”

No alto, o satélite Sputnik humilhava os americanos, com seus “bip bips”, ameaçador como gargalhadas de extraterrestre. A partir desse dia, lá em baixo, na cidadezinha da Florida, eu mudei. Não para mim, mas para os outros.

Os colegas porradeiros me investigaram com perguntas: “Que você acha? Teu país gosta dos russos?” Eu tremia e escondia minha vaga admiração juvenil pelo socialismo. Eles me olhavam desconfiados: brasileiro, latino, sabe-se lá? Depois disso, não me pediam mais cola de palavras, mal me olhavam. O pai de Melinda, putanheiro do Mangue, mal me cumprimentou de sua poltrona esfiapada. Melinda ficou mais pálida e nosso namoro definhou. Há 47 anos, eu vi o “choque e pavor” da América profunda. Nessa época era a “silent generation”, passiva e frágil. Não agiam. Não havia ainda o “totalitarismo da maioria”. Mas, já era o mesmo medo que agora Bush e sua gang estimularam e transformaram em arma violenta para mudar o mundo numa aldeia

evangélica e reprimida.

Jenga!

Publicado por: debpedroso em: Outubro 23, 2009

Um joguinho que eu adoro desfrutar com os amigos, rimos muito sempre! pois quem perde tem que pagar prendas e tal, muito divertido!